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quarta-feira, 13 de março de 2013

Soneto à louca alma

Hoje eu vejo uma alma
uma alma um tanto louca
com seu que de histeria
sem gritar, ainda rouca.

A mesma alma que chorou
que gritou, esperneou,
que de ver tanto absurdo
se feriu, se machucou.

Se hoje vejo que é louca,
ainda lembro vivamente,
um dia foi bem consciente.

Foi de gritar que ficou rouca,
de gritar para impedir,
um coração de se partir.

sábado, 5 de janeiro de 2013

alguém?

Tem alguém aí?
Tem alguém pra mim?
Tem alguém ali?
Tem alguém aqui?
Tem alguém?
Tem?