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domingo, 14 de abril de 2019

Um soneto desabafo.

O medo me corrói
Medo de mim mesmo
De ser deixado a esmo
Medo do que dói.

Da sua antipatia
Seu desapontamento
E apesar do meu lamento
Fico nessa letargia.

Não sei como dizer
Não há o que fazer
Sem que fique redundante.

Promessas são vazias
São pobres garantias
De um sentimento abundante.