O medo me corrói
Medo de mim mesmo
De ser deixado a esmo
Medo do que dói.
Da sua antipatia
Seu desapontamento
E apesar do meu lamento
Fico nessa letargia.
Não sei como dizer
Não há o que fazer
Sem que fique redundante.
Promessas são vazias
São pobres garantias
De um sentimento abundante.